

Eu sou ! Pâmela
Pâmela. Pavitra. Paixão.
Pâmela é meu nome de batismo. Pavitra é o nome sânscrito que recebi quando iniciei minha jornada no Tantra, em 2015 — uma palavra associada ao que é puro, essencial. E Paixão é como muitos passaram a me chamar, porque talvez nenhuma outra palavra traduza tão bem a forma como me relaciono com o que faço.

Minha história
Minha trajetória no Tantra nasceu da curiosidade, do corpo, da experiência e de uma vontade genuína de compreender o ser humano para além dos conceitos. Desde então, venho construindo um caminho que une consciência corporal, sensualidade, presença, técnica e experiência.
Sou uma mulher prática, espontânea, bem-humorada e inquieta. Gosto de aprender fazendo, de trocar experiências e de transformar conhecimento em algo que possa ser realmente vivido. O corpo sempre esteve muito presente na minha história — através do esporte, da arte, do movimento e, posteriormente, do Tantra.
Em 2017, fundei o espaço Mandala Tantra, projeto que marcou uma importante fase da minha trajetória. Ao longo desse período, formei terapeutas que chegaram sem experiência e saíram mais seguras, conscientes e preparadas para desenvolver seu próprio trabalho.
Também passei a atuar na coordenação de espaços e equipes terapêuticas, experiência que ampliou meu olhar para além da técnica. Organização, atendimento, relacionamento com clientes, formação de profissionais, rotina de equipe e construção de um espaço fazem parte do trabalho que aprendi a desenvolver na prática.
Minha profissão também me levou a viajar bastante. Passei por diferentes cidades e regiões do Brasil, conhecendo pessoas, profissionais, projetos e diferentes formas de viver e trabalhar com o Tantra. Cada lugar acrescentou alguma coisa à minha trajetória — e muitas dessas experiências também transformaram a maneira como ensino e conduzo meu trabalho.
Hoje, sigo atuando entre atendimentos, cursos, formação de profissionais, coordenação de espaços e projetos ligados ao universo tântrico , corporal e inclusive ao feminino.
No atendimento, acredito que técnica e sensibilidade precisam caminhar juntas. Não trabalho com fórmulas prontas: observo, escuto, percebo o corpo e conduzo cada experiência de acordo com a pessoa que está diante de mim.
Talvez por isso eu goste tanto daquele momento em que alguém termina uma experiência e ainda não encontra palavras para explicar o que aconteceu. Nem tudo precisa ser imediatamente traduzido. Às vezes, o corpo entende antes da cabeça.
Nos meus cursos, levo essa mesma perspectiva. Gosto de ensinar de maneira clara, prática e dinâmica, sem transformar o Tantra em um conjunto de palavras difíceis ou conceitos distantes da realidade. Ensino aquilo que aprendi e criei ao longo dos anos, unindo técnicas tradicionais, experiências desenvolvidas na minha própria trajetória e muito conhecimento construído na prática.
Também ministro cursos voltados às técnicas de massagem de abordagem sensual, como Nuru, vivências tântricas e diferentes combinações de técnicas corporais. Nesses cursos, meu objetivo é ensinar com clareza, criatividade e responsabilidade, para que cada profissional possa desenvolver sua própria maneira de trabalhar.
Depois de tantos anos, continuo tendo a mesma certeza que me trouxe até aqui: não existe uma única maneira de viver o Tantra.
Cada pessoa chega com uma história, uma curiosidade, uma pergunta ou simplesmente a sensação de que existe alguma coisa dentro de si que gostaria de conhecer melhor.
E é justamente aí que meu trabalho começa.
Entre o corpo, a experiência e o conhecimento, sigo construindo minha própria forma de fazer Tantra — com presença, liberdade , técnica mas sem me apegar ás tecnicas e, claro, muita Paixão.


